A 5ª região orçamentária prioriza saúde, educação, emprego e renda

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Um público estimado em 500 moradores de diversos bairros da 5ª região orçamentária exerceu a sua cidadania e lotou o ginásio da Escola Municipal Moema Tinoco, no Funcionários II, na terceira audiência regional do Orçamento Democrático, que aconteceu na quinta-feira (5) em João Pessoa. O evento contou com a presença do prefeito Ricardo Coutinho (PSB), secretários municipais e as vereadoras Elisa Virgínia (PPS) e Sandra Marrocos (PSB).

As audiências regionais são o momento em que a população avalia as ações do Governo Municipal e apresenta as prioridades em investimentos para a região, que vão nortear a elaboração do orçamento público do município do ano seguinte. A 5ª região sinalizou como principais ações para as peças orçamentárias de 2010, a saúde, educação e geração de emprego e renda.

Obras – “Através do Orçamento Democrático, cerca de 300 obras foram realizadas em João Pessoa e mais uma vez estamos nesta região para manter o diálogo com a população, diálogo este que é permanente na construção das políticas públicas municipais”, disse a coordenadora do Orçamento, Ana Paula Almeida.

Ela apresentou em um telão as obras, ações e serviços solicitados nos anos anteriores e que hoje são realidade, como a reforma da Praça Bela (Funcionários II); pavimentação de ruas e recuperação da Praça das Acácias (Ernani Sátyro); a construção do Centro de Referencia em Educação Infantil (Crei), no Funcionários II, e a implantação do saneamento ambiental e urbanização no Grotão.

“Não é qualquer cidade que conta com uma administração transparente e onde a população pode avaliar diretamente o governo e indicar o que a cidade mais precisa”, disse a moradora do José Américo, Maria Bethânia, que reivindicou infra-estrutura para a localidade.

Diálogo com o povo – Como acontece em cada audiência, o prefeito Ricardo Coutinho respondeu a cada uma das solicitações de pessoas que participaram da atividade. “Estas audiências do Orçamento Democrático marcam o encontro do povo consigo mesmo e com a Prefeitura, e como o governo não pode realizar tudo, este mecanismo de diálogo e consulta popular foi criado justamente para que possamos saber quais as prioridades e realizar o que é mais urgente nas comunidades”, afirmou.

O prefeito disse que as reuniões do Orçamento Democrático, que em quatro anos envolveram aproximadamente 150 mil pessoas, são um grande espaço de educação popular para o governo e que muito ainda precisa ser feito. “O Orçamento Democrático é o ponto de encontro de toda a cidade, é a prática da democracia participativa onde o povo exerce de fato o poder popular”, concluiu.