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‘Mulheres à beira de um ataque’ em cartaz na Estação

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Mulheres nervosas, que amam, têm angústias, alegrias e conflitos voltam à cena das artes plásticas na Capital. Todas elas estão sendo retratadas com muita cor, criatividade e bom humor e faz parte do acervo da exposição Mulheres à Beira de um Ataque da artista plástica paraibana Ana Christina Mesquita. São 09 peças confeccionadas em papel machê que ficarão expostas durante todo o mês de março, no 2º andar da torre da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes.

A mini-exposição compõe a programação geral do projeto ‘Cidadania Ativa para as Mulheres’ que acontece durante março e é promovido pela Prefeitura de João Pessoa (PMJP), por intermédio da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres (CPPM), em parceria com outras unidades e secretarias municipais.

“Assim como a exposição da fotógrafa Mônica Câmara que já está sendo exibida na Estação, essa mostra da artista Ana Christina é mais uma iniciativa do setor de Programação da Estação Cabo Branco como forma de fortalecer a prática da intersetorialidade na gestão municipal”, argumentou a chefe da divisão de programação da Estação, a jornalista Edileide Vilaça.

Além de arte educadora, Ana Christina Mesquita, é uma artista em permanente mutação e evolução. Seu trabalho evolui em fases que se mesclam e mantém sempre uma identidade, apesar da diversidade de materiais e formas.

Para o artista plástico, Fred Svendsen, o trabalho de Ana é um dos mais bem executados da Paraíba e do Brasil nesta técnica, que até certo ponto, era pouco usada, que é o Papier Maché. “Não é fácil domar o papel molhado, nem fazer esculturas com ele, e ela consegue dominá-lo a ponto de fazer trabalhos extremamente precisos, de uma perfeição incrível, e aí, é que entra sua grande habilidade”, comentou Svendsen.

Fred compara Ana Christina a uma das mais importantes artistas do mundo, a francesa Niki de Saint Phalle, que também construiu seu nome com esculturas em papier maché, principalmente na sua fase das bonecas que ela chamou de ‘Nanas’. Já Ana intitulou de Mulheres à Beira de um Ataque”.