Alunos especiais aprendem a fazer arte do lixo em oficina da Emlur

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Uma turma de 20 alunos da Escola Aprendendo a Viver teve um dia diferente nesta segunda-feira (8). Os estudantes, portadores de necessidades especiais, participaram de uma oficina ministrada por artesãos e artistas plásticos da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) e aprenderam a fazer arte através de materiais recicláveis. As aulas foram ministradas dentro da instituição de ensino, que fica localizada no Bairro dos Estados, em João Pessoa.

Crianças e adolescentes dividiram-se em grupos de cinco pessoas, sendo que cada um deles ficou sobre a responsabilidade de um artesão da Emlur. Na aula, ministrada pelos servidores que integram a Oficina de Artes da Emlur, eles aprenderam a técnica da papetagem. Usando embalagens tretra pak, revistas, colas e muita criatividade confeccionaram porta-lápis bem coloridos.

A superintendente da Emlur, Laura Farias Gualberto, destacou a importância de realizar esse tipo de atividade. “Queremos despertar em todos os públicos o interesse pela educação ambiental. Jovens são excelentes aprendizes e se transformam em aplicados multiplicadores de idéias de preservação do meio ambiente”, argumentou. Ela disse ainda que os jovens recebem informações sobre os 3 ‘Rs’, que consistem em reduzir o consumo, reutilizar materiais e promover a reciclagem.

A diretora da escola Aprendendo a Viver, Fernanda Freire, disse que a instituição conta com uma equipe multidisciplinar, que abrange várias áreas, para que os alunos possam se desenvolver cada vez melhor. “Como trabalhamos com crianças, jovens e adolescente o nosso projeto tem objetivo de passar para eles teoria e prática. Essas oficinas servem para que eles possam sentir, tocar e presenciar visualmente as coisas e os objetos”, comentou.

De acordo com a educadora, a Emlur tem um papel importante para os alunos da Escola Aprendendo a Viver, porque sempre ministra palestras educativas e disponibiliza apresentações de teatro e música. “Transformando a arte em brincadeira os alunos têm a oportunidade de aprender se divertindo”, frisou.