Décima audiência regional reúne 400 moradores da 9ª Região

Por - em 28

As dependências do Centro Esportivo Chievo Brasil, localizado no Alto do Mateus, receberam cerca de 400 moradores dos bairros que integram a 9ª Região Orçamentária da Capital durante décima audiência regional realizada nesta terça-feira (16). O evento teve por objetivo eleger prioridades dos moradores a serem executadas pela Prefeitura de João Pessoa (PMJP) em 2011. Saúde, habitação, trabalho e renda foram as prioridades escolhidas.

O prefeito Ricardo Coutinho e secretários municipais participaram da audiência. Os moradores foram informados de que ainda neste ano estão previstos investimentos na área da habitação e infraestrutura, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Sanhauá. Estão previstas as construções de 288 moradias e pavimentação de 16 ruas na Ilha do Bispo; outras 240 na Beira da Linha, além de 127 moradias no Bairro dos Novais.

Ricardo Coutinho falou que pelo terceiro ano consecutivo, a Prefeitura investe com recursos próprios entre R$ 11 e R$ 14 milhões por ano em calçamento de ruas. “Quando assumimos encontramos 2.802 ruas sem calçamento, porque a cidade avançou horizontalmente e os antigos projetos entregavam os conjuntos habitacionais sem a menor infra-estrutura. Mas, estamos tentando reverter isso e já pavimentamos mais de 500 ruas”, informou o prefeito.

A secretária de Habitação Social (Semhab), Emília Correia Lima, falou sobre o Programa de Subsídio à Habitação (PSH), dos cadastros das pessoas que fizeram inscrição no programa. “Estamos inclusive tentando conseguir ampliar o projeto com a Caixa Econômica e o Ministérios das Cidades para aumentar o número de casas da Beira da Linha. Pretendemos aumentar de 240 para 300 unidades habitacionais, porque sabemos que a necessidade é maior naquele local”, disse a secretária.

A secretária municipal de Saúde (SMS), Roseana Meira, também estava presente a audiência desta terça-feira. Ela falou sobre o credenciamento do Pronto Socorro Central de Fraturas para realizar atendimentos através do Sistema Único de Saúde (SUS). “Os atendimentos eram realizados por uma clínica privada, que optou em não atender pacientes do SUS. Com o objetivo de não deixar a população sem esse serviço, credenciamos outra”, explicou.