Defesa Civil fará visita na Comunidade beira da Linha, nesta quarta

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Uma equipe da Defesa Civil Municipal irá visitar na manhã desta quarta-feira (30) a comunidade Beira da Linha, na Ilha do Bispo, onde 14 famílias tiveram que ser relocadas no início do mês devido à cheia do Rio Paraíba. Desde o episódio, os desabrigados estão em uma creche no bairro do Alto do Mateus e também têm recebido toda a assistência da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

Os técnico irão elaborar um relatório sobre as condições da estrutura da casa, apontando se a residência corre o risco de desabar ou se a área circunvizinha poderá deslizar com novas chuvas. “Conforme a situação seja favorável, as famílias voltarão para suas casas. Caso contrário, a Prefeitura irá cadastrá-las em programas sociais até que a situação se resolva”, explicou Manoel Duré, coordenador da Defesa Civil.

Já na manhã desta terça-feira (29) a Defesa Civil e uma equipe da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) estiveram na comunidade Maria do Nazaré, no bairro dos Funcionários II, para derrubar o restante do muro de uma residência, já que parte dele havia caído com as precipitações do final de semana.

De acordo Manoel Duré, na comunidade não há nenhuma casa com risco de desabar, mas a PMJP está monitorando e de prontidão para eventuais chamados, que podem ser feitos através do telefone 0800 285 9020. “Fizemos um excelente trabalho preventivo em 28 comunidades da Capital. Desde o início de abril a Coordenadoria e outras secretarias da Prefeitura de João Pessoa (PMJP) elaboraram um cronograma de trabalho para atender toda a cidade. Com planejamento, conseguimos vistoriar todas as áreas consideradas de risco, preparando estas para o período chuvoso”, reforçou Duré.

Já no plano de ações para evitar alagamentos, a Secretaria de Infra-estrutura (Seinfra) vem realizando um trabalho permanente, através da divisão de Manutenção de Galerias. “São três caminhões próprios de sucção e pressão que vem fazendo esse trabalho diariamente. O que acontece é que o nível de chuva é intenso e por mais que se faça, as galerias não conseguem absorver um volume de água tão intenso. Então, os alagamentos em determinadas vias são inevitáveis e poderiam ser maiores se a prefeitura não tivesse fazendo sua parte de prevenção”, explicou João Azevedo, secretário de Infra-estrutura.