Emlur orienta servidores do TRT sobre a coleta seletiva de resíduos

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Educadores ambientais da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) realizaram nesta segunda-feira (16) um treinamento com os servidores do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), voltado à implantação da coleta seletiva. Os técnicos explicaram como deve ser feita a separação dos resíduos e os benefícios que esse processo gera ao meio ambiente. Além disso, informaram que ao fazer a coleta seletiva a pessoa colabora com a inclusão social, uma vez que muitas famílias sobrevivem da venda de material reciclável.

Durante a palestra, os educadores ambientais da Emlur mostraram aos participantes como deve ser feita a separação dos resíduos produzidos durante o expediente. Dentro de um recipiente de cor azul deve ser depositado o papel; no vermelho, o plástico; no verde, o vidro e no amarelo o metal. Já o lixo orgânico, composto por restos de alimentos, deve ser colocado nos recipientes de cor marrom.

Fonte de renda – Os servidores do TRT ainda ficaram sabendo que o material reciclável é a fonte de renda de várias famílias, que coletam e revendem esse tipo de material. Os técnicos informaram que a Emlur dispõe de quatro núcleos de coleta seletiva espalhados pela cidade, além do Centro de Triagem, localizado no Aterro Sanitário Metropolitano. Cerca de 250 agentes ambientais (catadores) ligados à Autarquia sobrevivem da venda desse tipo de material, que resulta numa renda mensal de cerca de um salário mínimo.

Além desse benefício social, conforme informaram os técnicos, a coleta seletiva traz inúmeros benefícios ao meio ambiente. Ao separar os resíduos, se evita que mais lixo seja levado para o Aterro Sanitário Metropolitano e que novas matérias-primas sejam extraídas e usadas para fazer aquele produto.

Programa – Em abril passado, a equipe da Emlur ministrou palestra para os servidores do TRT sobre os três ‘Rs’ (reduzir o consumo, reutilizar e reciclar). Naquela ocasião, o Tribunal fez o lançamento do Programa de Responsabilidade Sócio-Ambiental, iniciativa que prevê, entre outras ações, a implantação da coleta seletiva dentro da instituição. O órgão municipal se propôs a fazer o treinamento dos funcionários para que a coleta seletiva seja implantada dentro daquele Tribunal.

A superintendente da Emlur, Laura Farias Gualberto, lembrou que a Emlur desenvolve o projeto ‘Santo de Casa faz Milagre’, que implantou a coleta seletiva dentro da Autarquia, repartições públicas municipais, instituições de ensino, entre outras entidades. “Nós estamos levando a nossa experiência com a implantação da coleta seletiva para vários órgãos e instituições de ensino de João Pessoa e até de outros municípios. Toda semana visitamos entidades levando informações sobre os benefícios do processo e realizando treinamentos para que seja feita a implantação”, destacou.