Emlur recolhe lixo e vegetação das margens do rio Jaguaribe

Por - em 28

A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) iniciou na manhã desta segunda-feira (12) a primeira etapa da limpeza superficial do rio Jaguaribe, nos pontos onde há obstrução do fluxo d’água, para evitar alagamentos das vias e das residências no período de chuva. Desde cedo, a equipe de Operações Especiais, formada por agentes de limpeza, começou a ação de retirada do lixo e da vegetação das margens e de dentro do corpo d’água na altura da rua Xavier Júnior, no Cristo Redentor.

Na sequência, os homens trabalham na desobstrução das cabeceiras das pontes que ficam nas ruas José Tavares, Desportista Antônio Ribeiro e João Galdino, entre os bairros Cristo Redentor e Cruz das Armas. Essa ação faz parte do Plano de Contingência da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), numa ação integrada da Defesa Civil, Emlur, Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) e Secretaria do Meio Ambiente (Semam), cujo objetivo é trabalhar preventivamente para evitar transtornos e prejuízos para a população que mora próxima as margens do rio.

Para essa operação, a Emlur está utilizando uma retroescavadeira hidráulica, seis caçambas, além de carros de mão, enxadas e pás. Nesse primeiro dia, foram recolhidos animais mortos dentro de sacos de lixo, pneus, garrafas plásticas, latinhas de alumínio, entre outros resíduos sólidos. Esses objetos estavam poluindo e dificultando a passagem do curso natural do rio, o que poderia provocar alagamentos com as chuvas.

Vistoria – Durante a manhã, foi realizada uma vistoria nas ruas cortadas pelo rio onde será feito o trabalho de limpeza até o final da semana. Além da Emlur, participaram da inspeção técnicos da Semam, Seinfra e Defesa Civil. O superintendente da Emlur, Orlando Soares, explicou que a ação de limpeza superficial será feita em toda a extensão do rio Jaguaribe (13,5km), mas a primeira etapa começou nos pontos onde foram detectados maiores problemas de obstrução devido ao lixo e à vegetação.

“Estamos aqui desde às 7h e já retiramos muita coisa. A própria população tem que se conscientizar de que não pode de forma alguma jogar lixo em um rio. Elas devem saber que com esse ato serão as mais prejudicadas, disse o superintendente. Segundo ele, não há porque a população jogar lixo dentro do rio, pois a coleta nos bairros é regular e nas comunidades de difícil acesso os moradores contam com a coleta alternativa.