Emlur usa técnicas de rapel para limpar a barreira do Castelo

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Utilizando técnicas de rapel, servidores da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) iniciou, na manhã desta quarta-feira (29), a limpeza da barreira do Castelo Branco, que fica às margens da BR 230. Foi retirada do local grande quantidade de lixo doméstico, mobília velha e pneus. O trabalho só deverá ser concluído nesta quinta-feira (30). A previsão é que sejam retiradas 60 toneladas de resíduos dessa área.

A tarefa está envolvendo 23 agentes de limpeza da equipe aquática da Emlur, além de um encarregado e um monitor. Devido à dificuldade de acesso para coletar os resíduos, os servidores utilizaram equipamentos especiais e técnicas de rapel.

A superintendente da Emlur, Laura Farias Gualberto, disse que ficou surpresa com a quantidade de lixo encontrada na barreira e afirmou que não há necessidade para que esses detritos sejam depositados lá, uma vez que o bairro do Castelo Branco é atendido pela coleta regular nas segundas, quartas e sextas-feiras. “Os moradores devem acondicionar os resíduos que produzem em sacos plásticos e só colocar na rua no dia da coleta”, orientou.

O diretor de Operações, Orlando Soares, destacou os riscos que são gerados ao se depositar resíduos em locais inadequados: “No caso da barreira, existem riscos a mais, pois os objetos deixados ali podem atingir transeuntes e veículos que passam pela rodovia próxima. Além disso, o lixo atrai vetores causadores de doenças”.

Laura Farias Gualberto acrescentou que ali é uma encosta e embaixo dela tem uma galeria que, se for obstruída, pode ocasionar o desmoronamento da barreira, colocando em risco a vida das pessoas que moram no local. “Ao jogar lixo na barreira o prejuízo vem para os próprios moradores”, lembra.