Encontro de Ursos Carnavalescos de JP é realizado nesta 6ª feira

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O Centro de Referência de Cidadania (CRC) de Mandacaru, ligado à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), da Prefeitura de João Pessoa (PMJP), realiza nesta sexta-feira (12) o 3º Encontro de Ursos Carnavalesco de João Pessoa. O evento será realizado na Praça da Cultura, em Mandacaru, a partir das 17h.

O encontro terá a participação de 13 Ursos de diversos bairros da capital e um de Sapé: Urso Macaco Louco (Mandacaru); Urso Celebridade (Mandacaru), Urso Cachorro  Louco (Mandacaru), Urso Canibal (Cristo), Urso Santa Cruz (Bairro São José), Urso Latatá (Varadouro), Urso Gavião (Róger), Urso Panda (Cristo), Urso Amigo e Batucada (Rangel), Urso Preto (Padre Zé), Urso Sem Lenço Sem Documento (Róger), Urso Solitário (Padre Zé), Urso Terrível Panda (Torre) e Urso Folião (Sapé).
 
Segundo o coordenador do CRC de Mandacaru, Jardel Cabral, a expectativa é de que cerca de três mil pessoas assistam ao encontro, que hoje se tornou uma prévia do concurso realizado pela Fundação de Cultura de João Pessoa (Funjope), dentro do Carnaval Tradição. “Há quatro anos, realizamos o primeiro Concurso de Ursos Carnavalescos, na Praça da Cultura. A equipe de jurados foi composta por membros da Funjope, que no ano seguinte passou a realizar o Concurso de Ala Ursa no Carnaval Tradição, que até hoje mantém. Um dos maiores problemas enfrentados por estes grupos é a falta de apoio dos poderes públicos. Precisamos sensibilizar os gestores, mostrando a importância da luta pela manutenção da Cultura Popular”.

O evento contará ainda com a participação especial do Urso do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) do CRC de Mandacaru, da Escola de Samba Independentes de Mandacaru e da Orquestra de Frevo PB Frevo.

Origem – O urso do carnaval tem sua origem nos ciganos da Europa que percorriam a cidade com seus animais, presos numa corrente, dançando de porta em porta em troca de algumas moedas, ao som da ordem: dança la ursa!. A figura central é o urso, geralmente um homem vestindo um velho macacão coberto de estopa, veludo, pelúcia ou agave, com sua máscara de papel machê pintada com cores variadas, preso por uma corda na cintura, segurado pelo domador. A figura dança para alegria de todos ao som de toadas do próprio grupo ou sucessos das paradas carnavalescas, podendo variar para o baião, forró, xote e até polca.