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Funjope convoca artistas plásticos para discutir a ‘Lei dos Edifícios’

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A Divisão de Artes Plásticas da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) está convocando todos os artistas plásticos da cidade para uma reunião na próxima sexta-feira (14), às 14h30, na Unidade Cultural Casarão 34, localizada na praça Dom Adauto, Centro da Capital.

O encontro vai pautar a implementação da Lei 5.378/88, conhecida como ‘Lei dos Edifícios’, que prevê a instalação de uma obra de arte (escultura, pintura etc.) de autoria de artistas nascidos ou radicados na cidade, em prédios com mais de dois mil metros de área construída. Outros assuntos são o cadastramento e a atualização dos registros dos artistas no cadastro da Divisão da Funjope, que pode ser feito até o dia 30 deste mês.

Catálogo – Na reunião, será feito um breve relato das decisões tomadas em encontro ocorrido no dia 15 de outubro, pelos representantes da ‘Comissão da Lei dos Edifícios’, além do planejamento das novas ações a serem implementadas a partir de janeiro do próximo ano, quando será lançado um catálogo impresso e um virtual, com o perfil de cada artista cadastrado.

É a primeira vez que o poder público municipal organiza um catálogo com informações de artistas plásticos atuantes na cidade, o que servirá de base para construtores, engenheiros e arquitetos utilizarem esses dados em projetos arquitetônicos que venham desenvolver e executar.

Requisitos – O artista interessado deve apresentar currículo mínimo em que comprove um dos seguintes requisitos: ter curso de Belas Artes ou similar, ou ainda prática comprovada do exercício da atividade artística há pelo menos cinco anos; ser membro ativo de entidade ou associação representativa da categoria na Paraíba; ter participado de salões oficiais ou em três exposições individuais e/ou cinco mostras coletivas.

“A participação dos artistas plásticos da cidade nesta reunião é importante para o contato e a troca de experiência entre eles e os gestores, para que as decisões sejam tomadas de forma democrática e participativa, como forma de descentralização das informações sócio-culturais e educativas”, disse a diretora da Divisão, Lúcia França.