Jorge Ben Jor e banda Exodus abrem Festival Estação Nordeste

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Com o lema “Dias de Sol, Noites de Som”, tem início neste sábado (02) o Festival “Estação Nordeste” com os shows do cantor e compositor carioca Jorge Ben Jor e a banda paraibana Exodus Reggae. Ben Jor é conhecido internacionalmente pelas composições como ‘Preta Pretinha, ‘Taj Mahal’, ‘O homem da gravata florida’ e ‘Mas Que Nada’ entre outras. O show vai acontecer a partir das 21h, no palco montado próximo ao busto de Tamandaré, entre as praias de Tambaú de Cabo Branco. O evento é uma realização do Governo Municipal (PMJP), através de sua Fundação Cultural (Funjope).

A atração local, que faz o show de abertura do festival, é a banda paraibana Exodus Reggae que vai se apresentar com um repertório repleto de músicas próprias como – ´´O Rasta Prevalece“, ´´Resista“ e´´Libertação“dentre outras. As letras passam mensagens de positividade, protesto, paz e principalmente louvor à Jah Rastafari`. A banda foi formada em meados de 2007 e atualmente é composta por 7 integrantes. Segundo os próprios integrantes o propósito é revolucionar com o ‘Reggae Music’ difundindo à cultura Rastafari e a mensagem de Jah em tudo. O vocalista, Ras Coutinho garante que o grupo desenvolve um trabalho cultural e espiritual, fortificado pela força da natureza e da união.

Jorge Bem Jor – A atração principal deste sábado é o carioca, guitarrista, compositor Jorge Bem Jor. Com mais de 30 discos gravados, o músico é reconhecido internacionalmente pelo seu estilo diversificado: transita pelo rock and roll, samba, samba-rock, bossa nova, jazz, maracatu, funk e até mesmo hip hop. Suas letras misturam humor e sátira. Foi com essa batida original que o nome Jorge Ben virou um estilo em si. Quem for ver esse grande músico brasileiro vai poder conferir em seu repertório, pelo menos três clássicos: ‘Mas, Que Nada!’, ‘Chove, Chuva’ e ‘Por Causa de Você, Menina’.

Começo – Em 1963, Jorge Ben lança seu primeiro LP “Samba Esquema novo”. Como diz o título, Jorge Ben criava ali uma nova batida para o samba, pós-bossa nova, fazendo do violão um instrumento de ritmo, dispensando o contrabaixo da orquestra. Em 1964, o compositor lançou dois álbuns, “Sacundin Ben Samba” (o que menos gerou hits) e “Ben é Samba Bom”, em que misturava samba, gafieira e bossa nova, surpreendendo mais uma vez. Na década dos anos 1970 ele continua a produzir. “A Tábua de Esmeralda” (1974) e “África Brasil” (1976). Nos anos 80 ele apresenta “ Dádiva e Sonsual”, “Homo Sapiens, Música para Tocar em Elevador” e “23” em 90. Seu último CD gravado foi ‘Recuerdo de Assuncíon’ pela gravadora Som Livre, em 2007.