Livro do Fórum de TVs Públicas que teve apoio da PMJP é lançado 5ª

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O Pólo Multimídia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) realiza nesta quinta-feira (16) a palestra “O Papel da Sociedade na Construção da TV Pública”, com o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Celso Schröder. Na oportunidade será lançado o livro “Contribuições da sociedade para a construção de uma televisão interativa e de qualidade”, que traz os anais do I Fórum Paraibano de TVs Públicas na Era Digital, que teve o apoio da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP). O evento será realizado às 9h, no Auditório da UFPB, por trás da Reitoria, Campus I.

Durante o I Fórum Paraibano de TVs Públicas na Era Digital, realizado em 2009, a PMJP montou um stand no hall de entrada da Reitoria para a exibição de documentários, cobertura de shows e de entrevistas produzidas pela TV Cidade João Pessoa, e participou da mesa de debates sobre “Programação Regional e Integração de Conteúdo”.

O livro – Organizado pelas jornalistas Sandra Moura, diretora do Pólo Multimídia da UFPB, e Madrilena Feitosa, o livro sistematiza as primeiras contribuições da sociedade para a futura programação da TV UFPB. Na obra, os leitores vão ter acesso a todas as discussões do I Fórum Paraibano de TVs Públicas na Era Digital, realizado na UFPB, e que se traduz como a primeira iniciativa, da qual se tem conhecimento, no Estado, em que um canal de tevê convida os cidadãos para opinarem sobre os conteúdos que serão veiculados pela emissora.

Para o coordenador da TV Cidade João Pessoa, Gilson Renato, o apoio da PMJP na realização do I Fórum Paraibano de TVs Públicas na Era Digital e estar presente no livro “Contribuições da sociedade para a construção de uma televisão interativa e de qualidade” é muito importante, pois marca o compromisso das instituições públicas com essa nova demanda. “Todas as instituições públicas precisam ter um compromisso sério com essa nova discussão e demanda das TVs públicas, porque é fundamental para o desenvolvimento das TVs e para que haja o contraponto na forma de fazer comunicação”, disse.