Luciano Agra e ministra visitam Centro de Referência da Mulher

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A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) irá apresentar um projeto para o Governo Federal, para aquisição da sede própria do Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra, que atende mulheres vítimas de violência da região metropolitana de João Pessoa. A notícia foi confirmada pelo Prefeito Luciano Agra durante visita da ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, às instalações atuais da unidade, no Centro da Capital.

“Vamos levar à ministra um projeto para a instalação própria e definitiva do nosso Centro Ednalva Bezerra, que já é um serviço de referência para toda a região metropolitana. A Prefeitura de João Pessoa vem dando provas de que tem uma preocupação com o respeito e o ‘cuidar’ das mulheres, buscando melhorar e ampliar seus serviços em um trabalho intersetorial entre suas várias secretarias”, ressaltou Luciano Agra.

Durante a visita, a ministra Iriny Lopes foi recepcionada pela secretária de Políticas Públicas para Mulheres da PMJP, Nézia Gomes, e pelas funcionárias que atuam no serviço, com a apresentação de um cordel escrito pela servidora Sueldes Alves.

“Viemos conhecer as políticas de prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher na Paraíba e também as instalações desse centro de referência às vítimas da violência. Saio daqui bem impressionada com o que estou vendo, e bem consciente de que também temos ainda muito trabalho pela frente a ser feito em parceria”, disse a ministra, sinalizando que irá avaliar o projeto que venha a ser enviado pela Prefeitura de João Pessoa para a aquisição da sede própria do Centro Ednalva Bezerra.

A ministra conheceu os ambientes de atendimento da unidade e também foi convidada a vir novamente a João Pessoa para participar da III Conferência Regional de Políticas para as Mulheres, que acontecerá de 25 a 27 do próximo mês de agosto.

Serviço – O Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra, que atualmente funciona na Rua Afonso Campos, no Centro da Capital, atende, em média, 25 novos casos de mulheres em situação de violência, todos os meses. O serviço orienta e apoia às mulheres, oferecendo atendimento psicológico, social e jurídico, e trabalhando ainda o resgate e a auto-estima e cidadania das vítimas.

“Há uma expectativa para que possamos conseguir uma sede própria para o Centro já que também estamos atendendo a mulheres das cidades de Cabedelo, Santa Rita, Bayeux e Conde”, ressaltou a coordenadora da unidade, Joyce Borges.