PMJP apoia campanha contra exploração sexual infantil na orla

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A partir do mês de dezembro, quem passar pelas praias do Cabo Branco, Tambaú, Manaíra e Bessa, verá no calçadão os post-banners (banners afixados em postes) da campanha Exploração Sexual Infantil é Crime. A data para o início da Campanha foi definida em reunião realizada na tarde desta terça-feira (9), entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) 13ª Região, a Prefeitura de João Pessoa (PMJP), através da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), e a Prática Sinalização, parceiros desta ação, na sede do MPT.

Os post-banners ficarão expostos na orla da capital durante todo período de férias, que vai até o fim do carnaval, com o objetivo de lembrar à população e aos turistas que visitam a capital que a exploração sexual de crianças e adolescentes é crime. Esta é a terceira vez que esse tipo de ação acontece na Capital. Segundo o empresário Henrique Brito, da Prática Sinalização, é quase uma responsabilidade, além de uma satisfação participar mais uma vez desta Campanha.

“Este é o nosso terceiro ano e já vemos os frutos colhidos das campanhas anteriores, através de comentários de pessoas que visitam João Pessoa e veem a preocupação e o cuidado da cidade com essa causa. Já dissemos antes que não se cria um CNPJ simplesmente para trocar dinheiro por produto ou serviço. Como empresários, queremos sempre participar e buscar um equilíbrio ao fazermos um balanço social”.

De acordo com o secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Social, Antônio Jácome, a PMJP empreenderá esforços para que a campanha seja exitosa e obtenha bons resultados. “Temos recebido um alto número de denúncias, apresentadas através do disque 100. Gostaríamos de pedir que a população continue nos apoiando e colaborando para que aos poucos possamos erradicar este crime em nossa sociedade”.

O procurador do Trabalho, Eduardo Varandas, destacou as parcerias nesta ação. “Esperamos que essa campanha cresça e que atinja outros níveis além dos já alcançados e que a gente possa, de fato, erradicar esse grave crime contra a dignidade da infância e da adolescência”.