PMJP inicia obras de construção do Mercado de Peixe de Tambaú

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As obras de construção do novo mercado público de peixe da praia de Tambaú serão iniciadas na próxima segunda-feira (16). No equipamento, que será totalmente renovado, a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) está investindo o valor de R$ 606.795 em recursos próprios.

O projeto da obra, desenvolvido pelas Secretarias de Planejamento (Seplan), Infra-Estrutura (Seinfra) e Desenvolvimento Urbano (Sedurb), consta de 11 boxes, cada um com cerca de 28 metros quadrados, dotados de toda estrutura necessária em termos de higiene e condicionamento dos peixes, mariscos e demais frutos do mar.

O espaço inclui ainda área de exposição, espaço de preparo e outro para acondicionamento dos peixes, além de um local de refrigeração adequada para armazenar os resíduos até a sua coleta, evitando assim o mal cheiro característico desse tipo de alimento. Também serão construídos dois novos banheiros.

Ivan Burity, secretário de Desenvolvimento Urbano, explicou que a estrutura do prédio que comporta os boxes será construída ao lado da quadra de tênis do Hotel Tambaú, ou seja, perpendicular à praia, e o restante da área será uma praça, onde as pessoas poderão contemplar o mar.

Durante a execução da obra, cuja previsão de término é 13 de julho, ou seja, 180 dias desde o seu início, os comerciantes permanecerão no local trabalhando normalmente. “O trabalho será realizado e os pescadores ficarão no local vendendo seus produtos. Assim que os boxes forem construídos, eles ocuparão a nova estrutura e as antigas barracas serão demolidas para a construção da praça que servirá inclusive de ponto turístico”, frisou Ivan.

Ainda segundo o secretário, essa é a primeira grande obra já realizada no local, fundado em 1979. “Aquele espaço precisava de uma grande intervenção como essa, era uma reivindicação antiga não só da população, mas dos próprios pescadores, que precisavam de um lugar digno para trabalhar. A obra será executada seguindo todos os padrões de higiene exigidos pelas autoridades sanitárias, pois uma das principais reclamações era o mal cheiro que vinha das barracas de peixes”, ressaltou.