PMJP participa, em Brasília, de oficina sobre cidades históricas

Por - em 52

A Prefeitura de João Pessoa (PMJP) está enviando dois representantes para a 1ª Oficina de Capacitação do Plano de Ação para Cidades Históricas, que acontece na próxima semana no auditório do St. Peter Hotel, em Brasília (DF). Vão participar da oficina Fernando Moura, coordenador do Patrimônio Histórico e Cultural (Probech), e a arquiteta Rosângela Regis Toscano, diretora de Planejamento e Licenciamento, que integra o mesmo setor.

Ao todo, representantes de 95 cidades brasileiras estarão reunidos para discutir prioridades e orientações dos recursos na execução das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) em municípios com sítios e conjuntos urbanos tombados, em processo de tombamento ou cidades com lugares registrados como patrimônio cultural do Brasil. A Prefeitura de João Pessoa participa dos primeiros dias do evento, próxima segunda-feira (10) e terça-feira (11), quando estão no foco do encontro as cidades que integram a região Norte e Nordeste. Já na quinta-feira (13) e sexta-feira (14) é a vez de se reunir as regiões Centro-oeste, Sudeste e Sul.

A abertura da oficina terá a presença do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, e do presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Luiz Fernando de Almeida. Durante os quatro dias, os participantes vão se reunir em grupos de trabalhos e também assistir a palestras. Ao término, será realizada a síntese dos trabalhos discutidos.

Paralelo ao evento, a direção do Iphan vai se reunir com os representantes da Prefeitura de João Pessoa para falar sobre os projetos já encaminhados pelo governo municipal ao órgão.

Plano de Ação para Cidades Históricas – É um instrumento de gestão voltado para o Centro Histórico do município, considerando sua relação com o conjunto da cidade e da região, na perspectiva da promoção do desenvolvimento local. Tem como objetivo definir diretrizes, metas e estratégias para uma ação integrada do poder público, devendo ser norteador dos investimentos no município por parte das três esferas de governo. O Plano de Ação será instrumento de priorização de investimentos para as Cidades Históricas pelo Iphan, pelos governos estaduais e municipais signatários.