Prefeito entrega instrumentos para bandas marciais da Capital

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“A prefeitura continuará investindo na formação das crianças e dos jovens deste município”, declarou o prefeito da capital Ricardo Coutinho (PSB), ao fazer na tarde desta segunda-feira (20), a entrega de 600 novos instrumentos musicais para bandas marciais da rede municipal, um investimento de 750 mil reais. A solenidade aconteceu no ginásio da escola Durmerval Trigueiro, localizada no bairro do Rangel.

O prefeito falou ainda dos investimentos que têm sido feitos com a construção e reforma de escolas por toda a capital, onde 168 novas salas de aula foram construídas. “É importante compreender o que está sendo feito nesse município. A prefeitura tem investido em projetos para o desenvolvimento de seus alunos. Além dos projetos das bandas marciais, outros têm sido desenvolvidos, como o xadrez, a robótica e o esporte”, ressaltou.

Durante a solenidades, 20 bandas marciais do município se apresentaram, a exemplo das bandas Augusto dos Anjos, Hugo Moreira, Zumbi dos Palmares e José Américo. Segundo a secretária de Educação, Ariane Sá, o projeto das bandas musicais tem a função de introduzir os alunos da rede municipal no universo da música. “A música é importante para a formação dos nossos alunos. A criança que tem acesso a formação musical consegue desenvolver melhor o seu aprendizado e a integração com a escola é muito maior”, frisou.

Ainda segundo Ariane Sá, alguns dos instrumentos adquiridos serão encaminhado aos Centros de Referencia da Educação Infantil (Creis) onde a música é trabalhada com as crianças, gerando novas oportunidades de aprendizado e de desenvolvimento artístico.

Para o ex-aluno Jean Márcio, que hoje é professor do recém criado curso de música da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), participar do projeto foi decisivo em sua vida e na escolha da profissão. Jean ainda se colocou a disposição do projeto.

A aquisição dos novos instrumentos gerou a criação de cinco novas bandas, contabilizando 37, e da Banda Sinfônica da Secretaria de Educação e Cultura, onde os melhores alunos das bandas marciais serão selecionados para compor esta nova estrutura. A grande diferença entre a sinfônica e a marcial é que, além dos instrumentos de metais, a primeira deve compor cordas e palhetas, como também partituras, com composições diferenciadas.

As bandas terão novos instrumentos como trompetes, trombones, bombardino, tuba e percussão, além de material de reposição, a exemplo de baquetas, sax, clarinetes, flautas transversais, percussão sinfônica e partitura digitais.

Cerca de três mil alunos, entre 10 e 16 anos, participam desse projeto. A formação de bandas marciais é composta por 30 instrumentistas, além do corpo coreográfico, das balizas e pavilhão, comportando uma média de 60 integrantes.

Para fazer parte da banda marcial, os interessados devem procurar a direção da escola no início do ano letivo. Não é exigida experiência musical para os iniciantes. De acordo com o coordenador Julio César, depois que começa a formação e o contato com a musicalização, a seleção é natural para que cada aluno escolha o instrumento que sinta maior aptidão.