Prefeitura empossa eleitos para o Conselho Tutelar de Mangabeira

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A Prefeitura Municipal de João Pessoa empossou na noite desta quinta-feira (2) os novos conselheiros tutelares da Região Mangabeira, que foram eleitos em pleito realizado no último domingo (29). São cinco conselheiros titulares e três suplentes que já a partir desta sexta-feira (3) vão trabalhar em conjunto com a administração municipal em prol das garantias de direitos das crianças e adolescentes.

Na solenidade, que aconteceu no Paço Municipal, foram empossados como conselheiros tutelares Vinícius Araújo, Wellington Cardoso, Edilma Ferreira, Laudicéia Cavalcanti e Nilson Sabino. Na condição de suplentes foram empossados Vanessa Florinda, Mário Inácio e Edylene de Fátima Araújo.

A posse dos conselheiros foi dada pelo secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Social, Antônio Jácome, que na ocasião representou o prefeito Luciano Agra. Ele destacou a “responsabilidade e compromisso” que os eleitos devem ter com a causa da criança e do adolescente e enfatizou que todos têm que primar pela qualidade do serviço.

“A cada dia a violência aflige cada vez mais famílias e os conselheiros tutelares, ao lado do Poder Executivo, tem que trabalhar arduamente para amenizar o sofrimento das maiores vítimas deste processo, que são as crianças e adolescentes de nossa cidade”, frisou. Para ele, são necessários “amor e dedicação” dos conselheiros eleitos e agora empossados para assim colocar para funcionar de forma mais efetiva “a rede de proteção da criança e do adolescente”.

Mais votado no pleito para conselheiro, Vinícius Araújo vai para o seu segundo mandato. Ele destaca que não é fácil a vida de conselheiro, pelo fato de ter que lidar com muitos casos de violência extrema, mas que com ética e responsabilidade é possível “implantar políticas sociais sérias”.

Já Laudicéia Cavalcanti, outra conselheira eleita, apontou o combate às drogas como o principal desafio dos conselheiros tutelares da Região Mangabeira. “Este tem que ser o nosso principal foco. Porque a droga hoje é uma realidade e é importante adotarmos políticas preventivas que impeçam ou ao menos dificultem o primeiro contato do jovem com estas substâncias”. Depois, ela disse que o Conselho Tutelar precisa também estar atento à violência doméstica. “Este é um órgão de garantias de direito e para isto temos que estar eternamente vigilantes”, concluiu.