Rastamen faz ensaio aberto na Estação Cabo Branco, no sábado

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O entardecer na Estação Cabo Branco já está famoso não só para a contemplação do crepúsculo do pôr-do-sol, como também pelas atrações artísticas que se apresentam no anfiteatro, sempre a partir das 16h30. A programação para este sábado (22), vai contemplar os amantes do mais puro ritmo jamaicano – reggae – com o ensaio aberto da banda Rastamen, que promete tocar um repertório com músicas próprias e clássicos do gênero que o mundo ficou conhecendo através de Bob Marley.

Atualmente, a Rastamen é formada por Naiá Roots (vocal), Lalo Miguel (bateria), Vinícius (teclado), Jerfisson (guitarra base e voz) Danyllo Xarles (guitarra solo) e Everton Gugui (contra-baixo). Essa turma garante contagiar o público e transformar o ensaio aberto em um verdadeiro ‘caldeirão de alegria’ e empolgação.

A banda surgiu na cena musical da Capital no início da década de 90 e até hoje empolga o público com poesias e hinos, mensagens de paz, contemplação, consciência social e política, expressando sentimentos e religiosidade na luta pela igualdade de direito entre povos e raças, e pela paz mundial. O grupo se vale de um repertório que tem músicas próprias, além de sucessos de Bob Marley, Cidade Negra, Alpha Blondy, Natiruts, Tribo de Jah, Edson Gomes, Inner Circle, Adão Negro, Planta e Raiz, Paralamas e outros.

Som da Tarde – Coordenado pelo Setor de Programação da Estação, o projeto ‘Som da Tarde’ é o mais novo palco aberto para manifestações artísticas de João Pessoa e da Paraíba. Pelo anfiteatro já passaram diversos grupos de coral, dança, teatro, capoeira, circo, cultura popular e grupos musicais de variados ritmos como maracatu, chorinho, rock-pop, música indiana, entre outros.

“A idéia é transformar a Estação Cabo Branco no espaço mais democrático possível, tanto é que não cobramos ingressos para nenhuma atividade da casa. Os projetos estão sendo incorporados na programação gradativamente de acordo com cada estação do ano e datas comemorativas. Penso, que essa construção de identidade será permanente, buscando sempre a diversidade seja na arte ou na ciência”, informou Edileide Vilaça, diretora de programação.