‘Sabadinho Bom’ apresenta a versatilidade do violonista Chagas Fernandes

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Do choro à música regional, passando pelo samba até chegar a MPB. Toda essa versatilidade faz parte da trajetória musical do violonista cearense, radicado na Paraíba, Chagas Fernandes. Ele é a atração do ‘Sabadinho Bom’, deste sábado (23), a partir das 12h, na Praça Rio Branco. No repertório, ele promete mostrar ao público performances nas composições de nomes como Zequinha de Abreu, Waldir Azevedo, João Pernambuco e outros autores brasileiros. A realização do projeto é da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).

Para Chagas Fernandes, o show da Praça Rio Branco deverá ter participação ativa do público, como sempre acontece no projeto semanal da Funjope. “Acho ótimo tocar para o público em João Pessoa. O paraibano é muito musical. Observo que há um público fiel nos sábados, para prestigiar os músicos no projeto ‘Sabadinho Bom’. Temos uma plateia receptiva e calorosa”, comentou.

Neste sábado (23), Chagas Fernandes pretende executar choros memoráveis dos principais compositores brasileiros, a exemplo de Zequinha de Abreu (“Tico-Tico no Fuba”), Catulo da Paixão Cearense (“Luar do Sertão”), Waldir Azevedo (“Brasileirinho”), Ernesto Nazaré (“Odeon”), João Pernambuco (“Sons de Carrilhões”), entre outros nomes. Mas no repertório do violonista também há espaço para músicas regionais, sambas e MPB, que exaltam autores como Toquinho, Luiz Gonzaga, maestro Guerra Peixe, Ary Barroso e Tom Jobim, só para citar alguns exemplos.

Vários álbuns gravados – Ao longo da trajetória profissional do violonista Chagas Fernandes, há uma série de trabalhos instrumentais, voltados à música brasileira. O resultado disso são cinco CDs e um DVD gravados.

Chagas Fernandes é cearense de Mauriti, mas radicado em João Pessoa há cerca de 30 anos. Ele concluiu o bacharelado em Música pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), sendo instrumentista há 20 anos. Atualmente, é professor de Música da Estação Musical – Curso de Música, de sua propriedade. Também participou do Seminário do Violão Nordeste, com os professores Henrique Pinto (SP) e Thomas Parteson, da Universidade do Arizona.