Saúde reúne gestores, avalia ações e define metas para o ano de 2009

Por - em 24

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou na terça (20) e quarta-feira (21), no auditório do Hospital Santa Isabel, a primeira oficina de avaliação e planejamento das ações para o ano de 2009. Diretores e coordenadores discutiram as dificuldades na forma de organização da rede de saúde entre 2005 e 2008 e elaboraram estratégias para o enfrentamento dos desafios. Divididos em seus grupos, os servidores avaliaram os problemas prioritários e as possibilidades de encaminhamentos.

A secretária Roseana Meira abriu a oficina fazendo uma avaliação positiva dos quatro primeiros anos de gestão em que a saúde saiu de uma situação precária para a construção da organização da rede básica, especializada e hospitalar e na qualificação das equipes. Ela informou que em 2008 o município investiu 17,80% do orçamento em saúde, acima do índice constitucional de 15%. “Nesses quatro anos estamos mantendo os investimentos municipais acima do índice constitucional. Isso pode ser observado nas novas unidades de saúde, novos serviços e reformas de todos os hospitais”, avaliou.

Os números – Roseana Meira destacou como avanços a ampliação da cobertura populacional do Programa Saúde da Família (PSF) de 72,7% em 2004 para 83,3% em 2007 e a melhoria em todos os indicadores do setor. Ela destacou que a gestão também investiu na reforma do Instituto Cândida Vargas e instalação de uma UTI materna no valor de mais de R$ 1,4 milhão; reforma e ampliação do Hospital Santa Isabel, mais de R$ 2,4 milhões; reforma e ampliação do Complexo Hospitalar e de Mangabeira, R$ 4,4 milhões e na reforma do Hospital do Valentina que deve ser concluída em março deste ano.

A secretária acrescentou que muitos desafios devem ser enfrentados nesta nova fase do Governo Municipal, como a melhoria da qualidade e humanização da atenção à saúde, o aumento da resolutividade dos serviços de saúde que compõem o SUS e a garantia as adequações necessárias na infra-estrutura das redes de atenção básica, especializada, hospitalar e saúde mental. “A nossa aposta é na construção do modelo de atenção em defesa da vida”, completou.