Secretaria de Desenvolvimento Social

DIRETORIA DE ORGANIZAÇÃO COMUNITÁRIA E PARTICIPAÇÃO POPULAR- DIPOP

Desenvolve ações que possibilitam e estimulam a participação popular, fortalece as organizações da sociedade civil e propicia a inclusão de temas importantes que abrangem as diversas dimensões da vida, a concretização de espaços para o desenvolvimento de atividades dos programas sociais em execução e a mobilização comunitária para o exercício da cidadania ativa.

Implantada em janeiro de 2006, esta Diretoria favorece e incentiva a participação popular, fortalece a inclusão social e transforma-se em um canal de diálogo entre o Governo Municipal e as Comunidades.

Integram esse eixo:

  1. Formação Cidadã
  2. Políticas Públicas para a Juventude
  3. Mobilização Comunitária
  4. Política Pública para Diversidade Humana
  5. Educação Ambiental Comunitária
  6. Trabalho Social Comunitário

1.Formação Cidadã

Tem o objetivo de formar, qualificar e apoiar ações de mobilização popular junto a Comunidade, efetivando os seus Direitos Sociais e sua Cidadania. Os Centros de Referência da Cidadania promovem a qualificação profissional, com vistas à inserção social e formação para o exercício pleno da cidadania.

Coordenadora dos Centros de Referência de Cidadania
Tânia Maria de Oliveira Brito
Telefone: (83) 3218-9245

2.Políticas Públicas para a Juventude

Realizar ações que possibilitem a participação dos jovens em atividades para reforçar o protagonismo juvenil no exercício da cidadania, como o reconhecimento da identidade dessa geração, através de ações sócio-educativas e artístico-culturais. Assegurar as condições para implantação da política de juventude no município, através da participação efetiva de entidades representativas da sociedade civil.

Coordenador dos Centros de Referência de Juventude
Joubert Fonseca
Telefone: (83) 3218-9245

3.Mobilização Comunitária

Desenvolver ações com organizações sociais populares, através de apoio as atividades que possibilitam a aglutinação de moradores no reforço ao protagonismo e ao exercício da cidadania, para o enfrentamento das questões relacionadas à melhoria da qualidade de vida dos diversos segmentos e áreas da cidade. Mobilizar as comunidades para participarem dos ciclos do Orçamento Democrático. É um canal de diálogo permanente com a comunidade, as Associações Comunitárias, Organizações Não-Governamentais (Ong’s) e Movimentos Sociais Populares.

Agentes Setoriais de Mobilização Comunitária

Região Nome
1° Região Luciene Ferreira de Souza
4° Região Ricardo Alexandre Batista
5° Região Helena Lourenço de Farias
Luciana Carvalho Camelo
6° Região Magna Silva Guimarães
8° Região Sandra Bezerra da Silva
9° Região Marcos Hênio de Souza Silva
11° Região Ednilton Abílio Marinho
13° Região Gabriel Honorato de Carvalho
14° Região Jemenson do Nascimento Corrêa

4.Política Pública para Diversidade Humana

Incluir nas ações educativas, reflexões sobre temas transversais em torno da diversidade humana, que tratam de questões geracionais, étnico racial, da equidade de gênero, de orientação sexual, da diversidade religiosa, criando condições para o respeito, tolerância e convivência democrática com a diversidade no âmbito institucional  e na sociedade.

5.Educação Ambiental Comunitária

Sensibilização e orientação dos moradores para preservação ambiental, através de campanhas educativas permanentes, para implantar medidas preventivas e emergenciais que orientam para a correta coleta de lixo, escoamento das águas, preservação de barreiras, mananciais e arborização das áreas, com a participação de lideranças da própria comunidade, tornando-se Agentes Ambientais Comunitários.

6.Trabalho Social Comunitário

Melhorar as condições de habitabilidade das comunidades de baixa renda e realizar ações com moradores em situação de vulnerabilidade social, através de atividades sócio-educativas, formular e implementar projetos de inclusão social.

Projeto de Trabalho Técnico Social – PTTS

O Projeto de Trabalho Técnico Social – PTTS contém  as propostas de ações realizadas nas área social que, por coerência metodológica e exigência do órgão financiador (Caixa Econômica Federal - CEF) acompanha os projetos habitacionais desde a elaboração do projeto até seis meses pós o término das obras.

Nele está contida uma caracterização da área, as comunidades beneficiadas pelo projeto e seu entorno, relacionando quantitativamente os equipamentos comunitários existentes, municipais, estaduais, particulares, etc.

Também está contida uma caracterização da população direta e indiretamente beneficiada pelo projeto, através de relocação, melhoria na habitação e infra-estrutura, com relação à renda, faixa-etária,  etnia, crianças, idosos, pessoa portadora de deficiência etc.

O projeto propõe ações e se desenvolve em três eixos pré-determinados que são apelidados da seguinte forma:

  • MOC – Mobilização e Organização Comunitária. São ações de estímulo à participação e ao desenvolvimento da cidadania ativa.
  • ESA – Educação Sanitária Ambiental. Trata de forma preventiva, educativa e formativa, da preservação, bem como do saber cuidar o meio ambiente.
  • GTR – Grupo de Trabalho  e Renda. Investiga e explicita o perfil de trabalho/ocupação, ou potencial criador da comunidade e investe no sentido de proporcionar uma sustentabilidade progressiva.

Tudo isto está contido num manual da CEF, chamado COTS – Caderno de Orientações Técnico Social. Este trabalho é monitorado através de relatórios mensais com registro de atividades, listas de presenças às reuniões realizadas pela equipe e fotografias destes momentos.

Qualquer atraso nos relatórios implica até mesmo na suspensão dos recursos destinados às obras.


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