Som das 6 atende público e traz à Capital atração pedida na web

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A Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) atende os apelos dos fãs, feitos por meio das comunidades virtuais como o Twitter, e traz à Capital o grupo brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, dentro do projeto ‘Som das 6’. Na programação de julho também há outros nomes de destaque como Totonho e as Cabritas (com participação de Rita Ribeiro, Daúde e Jussara Silveira), o suíço Thomas Horer, Simone Sou, o russo Oleg Fateev, além das atrações paraibanas Escurinho, Burro Morto, Anne Raelly e Adeildo Vieira. Os shows são gratuitos e acontecem todas as sextas-feiras, a partir das 18h, no Ponto de Cem Réis. A realização é da Prefeitura de João Pessoa (PMJP).

A banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju nasceu com a proposta de ter diferentes instrumentos – gaita, trompete, escaleta, flauta, além de guitarra, bateria e baixo. Nos primeiros anos, foram muitos shows pela capital nacional, em bailes de formatura, festas de centros acadêmicos, shows de reggae, rock, metal. Depois, o grupo se aventurou por Goiânia e São Paulo. Em 2003, foi a única atração local selecionada para figurar no palco principal do Brasília Music Festival. A incansável vontade de ampliar os horizontes das apresentações levou os integrantes a uma turnê de seis shows pela Europa – Bélgica, Suíça, República Tcheca e Alemanha – em agosto de 2008. Atualmente é considerada uma das mais importantes formações da cena alternativa brasileira.

Oleg Fateev – Nasceu em 1967 na Moldávia (parte da antiga União Soviética). Após os primeiros estudos no colégio de música, ele continuou a educação na Academia de Música de Moscou. Em 1993, foi graduado como tocador de Bayan (acordeon russo) e condutor. Desde 1996, vive na Holanda, onde se apresentou em vários concertos solo e produções teatrais. No repertório, há uma variedade de ritmos do Leste Europeu.

Simone Sou – É uma percuterista que desenvolve pesquisa baseada especialmente em ritmos brasileiros e do mundo, adaptando a percussão a uma realidade baterística. A combinação de tambores tradicionais, latas, panelas e eletrônicos faz surgir uma sonoridade que explora a criatividade e proporciona uma infinidade de timbres. Entre os últimos trabalhos registrados em DVDs estão participações com os Mutantes, Chico César, Zeca Baleiro, Zelia Duncan. Simone Sou também já gravou e acompanhou músicos e compositores como Itamar Assumpção e Orquideas Do Brasil, Chico César, Zeca Baleiro, Zelia Duncan, Elza Soares, Elba Ramalho, Paulo Miklos, Banda Funk Como Le Gusta, Jards Macalé, Robertinho Silva, Ray Lema, Adama Drame, Yusa, Badi Assad, Otto, Rita Ribeiro, Vanessa Da Mata e Marku Ribas.

Rita Ribeiro – Nasceu no Maranhão e, depois de morar em São Luis, onde iniciou sua carreira de cantora, Rita Ribeiro começou a despontar como grande revelação da música brasileira em 1996. Em 1997, já morando em São Paulo, gravou seu primeiro CD intitulado ‘Rita Ribeiro’, com produção de Mario Manga e Zeca Baleiro. O álbum e o show, apresentado em várias capitais brasileiras, deram projeção nacional à artista.

Daúde – Tradição, modernidade, espontaneidade e sofisticação têm sido a linha mestra da trajetória de Daúde, nascida em Candeal, Salvador (BA). Ela soma a herança musical afro-brasileira a uma coerente coleção de referências do mundo pop. Com dez anos de carreira, três discos inéditos bem sucedidos, a artista tem reconhecimento nacional e internacional, por levar ao público uma sonoridade brasileira que passeia por um mix de gêneros, seguindo do samba ao rap, do jongo à MPB.

Jussara Silveira – Mineira, mas criada na Bahia, Jussara Silveira já foi chamada de a cantora cool de Salvador quando começou a cantar. Essa referência foi dada graças à bela voz que não desperdiça tons e exibe afinação rara. A artista cresceu ouvindo o repertório erudito. Depois, cursou a prestigiada Academia Música Atual. Estudou canto com Adriana Widmer, no Curso Preparatório de Canto da Universidade Federal da Bahia. Mais adiante, viria a estudar técnica vocal com Maria Helena Bezzi, no Rio de Janeiro.

Thomas Rhorer – Suíço, radicado no Brasil desde 1995. Depois de começar os estudos musicais no violino, Thomas Rhorer estudou saxofone com Othmar Kramis, na escola de jazz de Lucerna. Tem feito trabalhos musicais entre a improvisação livre, jazz contemporâneo e música regional brasileira. Tocou violino, rabecas e saxofone em apresentações e gravações com Zé Gomes, A Barca, Paulinho Lepetit, Ceumar, Siba, John La Barbera, Steve Gorn, Ed Sarath e acompanhou o compositor Zeca Baleiro como integrante da banda Mandabala, nos shows e gravações pelo Brasil e Europa.

Confira a programação de julho do Som das 6:

02/07
Thomas Horer
Totonho e as Cabritas (Jussara Silveira, Rita Ribeiro e Daúde)

09/07
Simone Sou e Oleg Fateev
Escurinho

16/07
Burro Morto
Móveis Coloniais de Acajú

23/07
Anne Raelly
Adeildo Vieira

30/07
6Qsabem Música (atrações definidas pelos fóruns de diferentes segmentos artísticos)