Sustentabilidade

Divisão de Cultura da Emlur transforma materiais recicláveis em peças de artesanato

28/08/2021 | 09:00 | 530

Embalagens de produtos de limpeza, potes de sorvete ou recipientes de laticínios podem ser transformados em peças de artesanato. A Divisão de Arte e Cultura da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) incentiva a produção artesanal a partir do reaproveitamento de materiais recicláveis, protegendo o meio ambiente e proporcionando sustentabilidade.

De acordo com a diretora de Arte e Cultura, Antônia Souza, as peças realizadas por ela e pelos artesãos da Emlur privilegiam a reutilização de embalagens como utilidades para o lar. “Fazemos bolsas para colocar objetos pessoais, como bijuterias, ou para armazenar materiais de limpeza”.

Antônia Souza afirma que é possível transformar embalagens de amaciante de roupas ou de água sanitária em vasos para plantas ou bonecas. Já as garrafas de vinhos podem se tornar objetos de decoração, com o uso de papel de presente ou uma fita. “É só cobrir a embalagem com retalhos, que um pote de sorvete pode ser um porta-joia ou uma bomboniere”.

Outros objetos produzidos pelos artesãos são mandala – feita com papel de revista, ou jardim suspenso – com garrafas PET. “É uma questão de criatividade. Com a transformação, o material reciclável vira um objeto de arte”, enfatiza Antônia Souza.

Baticumlata – A transformação de materiais recicláveis não é apenas para dar beleza aos objetos. Os instrumentos musicais do grupo de percussão Baticumlata, integrante do projeto cultural da Emlur, Catadores de Arte, são feitos a partir do reaproveitamento de peças de carros, embalagens de metal, de perfumes, caixa de pizza, canos, garrafa de molho de pimenta, ralador de coco, tampas de garrafas de vidro e latas de refrigerantes, entre outros que dão som às maracás.

As peças confeccionadas pelos artesãos foram expostas no início deste mês, na I Feira de Artesanato ‘Mãos que Transformam’. O objetivo foi despertar o interesse da arte entre os servidores, de forma que eles desenvolvam suas habilidades e possam produzir artesanato, o que, além do benefício ocupacional, pode gerar renda.