Vigilância epidemiológica
João Pessoa promove capacitação para reforçar a prevenção e controle de doenças transmissíveis
25/03/2026 | 18:00 | 91
A Prefeitura de João Pessoa segue investindo no fortalecimento da vigilância epidemiológica com a capacitação de profissionais que atuam nos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH), estruturas estratégicas presentes em hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). A iniciativa tem como objetivo aprimorar e fortalecer a detecção, notificação e investigação de doenças e agravos de notificação compulsória, contribuindo diretamente para a prevenção, diagnóstico, controle de doenças e resposta rápida.

Sobre a vacinação, o treinamento visa atualizar os profissionais em relação às informações e normativas técnicas acerca do calendário vacinal, principalmente quando há necessidade para a adoção rápida de medidas de bloqueio. “Compreendemos que todos os profissionais envolvidos com vigilância epidemiológica devem conhecer e manter-se sempre atualizados sobre o calendário vacinal, as normas técnicas e as possíveis reações adversas, principalmente quando há necessidade da realização de bloqueio, seja no serviço ou no território. Essa atualização contínua fortalece as ações e assistência dos serviços da Prefeitura de João Pessoa”, explica a gerente de Vigilância Epidemiológica, Danielle Melo.
Núcleos – Os Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (NVEH) atuam como uma extensão da vigilância epidemiológica central nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e em hospitais e maternidades. Os profissionais que integram esses núcleos são responsáveis pela vigilância epidemiológica de doenças e eventos de interesse em saúde pública, com especial atenção àquelas listadas na Portaria Nacional de Agravos de Notificação. Essa vigilância deve ser coordenada com o sistema municipal de vigilância epidemiológica, incluindo a estrutura distrital, bem como outras vigilâncias – ambiental, sanitária e saúde do trabalhador -.


Nos casos de eventos classificados como imunopreveníveis, é necessária uma atuação mais enérgica e imediata, com o objetivo de interromper a cadeia de transmissão. Entre as principais ações estão a busca ativa de contactantes e a avaliação da necessidade de bloqueio vacinal tanto para os usuários dos serviços quanto para os profissionais de saúde.
“Essa estratégia deve ser realizada imediatamente após a identificação de um caso suspeito ou confirmado de doença transmissível, como sarampo, meningite, entre outras. O objetivo do bloqueio vacinal é interromper rapidamente a cadeia de transmissão, evitando que um caso isolado evolua para um surto ou até mesmo uma epidemia”, reforça Fernando Virgolino, chefe da Seção de Imunização da Prefeitura de João Pessoa.
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Texto: Lílian Pedreira
Edição: Cristina Cavalcante
Fotografia: assessoria -
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